Utentes a aguardar vaga em Cuidados Continuados quase duplicaram em três anos
O número médio de utentes que aguarda vaga para entrar na rede de cuidados continuados subiu para cerca de 60% do total em 2022.
O número médio de utentes que aguarda vaga para entrar na rede de cuidados continuados subiu para cerca de 60% do total em 2022.
“Até agora, não há evidência (prova) de que estas sublinhagens sejam mais severas em termos de risco, hospitalização, risco de morte", sublinha João Paulo Gomes, investigador do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA).
Manuel Pizarro diz que é tempo de "virar a página", mas que isso não significa a desvalorização da pandemia.
Tem-se observado “um ligeiro aumento” no número total de internamentos por covid-19, com a incidência numa tendência crescente, mas com valores inferiores aos da última onda.
O Hospital de Santa Maria registou mais de 900 atendimentos na urgência na segunda-feira, com "doentes mais complexos, muitos deles de outras áreas da região e com descompensação de doenças de base”.
A preocupação da Sociedade Portuguesa de Emergência Pré-Hospitalar vem no seguimento da denúncia do presidente do Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar.
O Algarve é a região com a taxa de atendimentos não urgentes mais elevada: cerca de 8 pontos percentuais acima da média portuguesa em 2021.
Portugal encontra-se na 23.ª posição (entre 26) no que diz respeito a investimento em cuidados preventivos.
A Clínica de Atendimento Pós-covid de Santa Marta já acompanhou 1200 doentes. Cerca de 10%, um número "razoavelmente expressivo" ficaram com manifestações, essencialmente de memória, alterações da força muscular ou doença reumatológica.
O projeto ‘Aqui contigo - O som como último colo’ procura estar com as pessoas em cuidados paliativos, no Hospital de Alcobaça ou em suas casas. "Expressar emoções é uma forma de aliviar o sofrimento", diz a médica coordenadora da Unidade de Internamento dos Cuidados Paliativos