A bem da saúde é urgente “descomprimir”
Assistente Graduado Sénior de MGF (Reformado); Ex-Professor Auxiliar Convidado da NOVA Medical School, Universidade Nova de Lisboa
Assistente Graduado Sénior de MGF (Reformado); Ex-Professor Auxiliar Convidado da NOVA Medical School, Universidade Nova de Lisboa
Nuno Jacinto, presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar, já tinha apresentado, em dezembro, que não era clara a participação dos médicos de família no percurso de cuidados integrados de doentes com obesidade.
“O que fazes quando não sabes o que fazer?” é o mote da campanha da Procare para o Dia Internacional de Consciencialização sobre o HPV, que se assinala a 4 de março. Miguel Coelho, Country Manager da Procare Health Portugal, explica que a iniciativa visa informar as mulheres sobre as medidas que devem tomar quando têm um teste positivo. Face à baixa literacia em saúde sobre este tema, o responsável lembra que ter HPV positivo não é o mesmo que ter cancro e que, enquanto se aguarda um novo teste para perceber se o organismo elimina o vírus de forma espontânea, podem ser adotadas medidas terapêuticas.
Relativamente a outros cancros associados ao HPV - como os cancros vulvar, anal e peniano -, a vacina também parece eficaz, ainda que as evidências sejam menos robustas. Hoje assinala-se o Dia Internacional de Consciencialização sobre o HPV.
Paulo Nicola, um dos coordenadores do Departamento de Investigação da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF), aborda as dificuldades sentidas no terreno quando se trata de investigar em cuidados primários. Mas também desmistifica a ideia de que há poucas possibilidades em se conseguir avançar com um projeto de qualidade. Na entrevista, fala ainda do policy-brief, dos PBRN e dos centros académicos.
Beatriz Abreu Cruz (Especialista em MGF, USF Reynaldo dos Santos, ULS Estuário do Tejo; Membro da equipa coordenadora do Grupo de Estudos de Saúde Mental - APMGF); Mariana Macieira (Interna de MGF, USF Azevedo Campanhã, ULS São João; Colaboradora do Grupo de Estudos de Saúde Mental – APMGF)
A correlação entre poluição e saúde mental surge num documento da Agência Europeia do Ambiente. Os especialistas alertam, por exemplo, para um aumento em 2,2% nas taxas de suicídio por cada subida de 10 decibéis no ruído ferroviário.