Associação apela ao Governo para ter em conta todos os profissionais dos cuidados continuados
“Quando o Governo põe na legislação dos cuidados continuados [a existência de] enfermeiros, médicos, auxiliares de ação médica e pouco mais, e faz contas ao que isto custa, esquece-se de uma série de recursos humanos, nomeadamente rececionistas, administrativos, pessoal de cozinha, de lavandaria e de limpeza”, explicou à Lusa o presidente da Associação Nacional dos Cuidados Continuados, sublinhando que sem estes profissionais “uma unidade de cuidados continuados não funciona”.









