Incidência de infeções por SARS-CoV-2 aumentou para um “máximo histórico”
O grupo dos 20 aos 29 anos mantém-se como o grupo etário com maior incidência, seguido do dos 30 aos 39 anos.
O grupo dos 20 aos 29 anos mantém-se como o grupo etário com maior incidência, seguido do dos 30 aos 39 anos.
O “aumento abrupto” de circulação comunitária desta variante assemelha-se ao “cenário observado em outros países”, diz o INSA.
Ainda assim, internamentos mantêm-se muito abaixo do nível registado no início de 2021 e longe das linhas vermelhas traçadas.
A média atual de internamentos desceu 67% e a média de internamentos em UCI caiu 70% em relação ao mesmo período do ano passado.
Existe a esperança de que o SARS-CoV-2 evolua para um vírus mais banal. Contudo, exige-se prudência perante cenários futuros ainda imprevisíveis.
Centro Hospitalar de Gaia/Espinho admite um atraso, que justifica com as "dificuldades sentidas na entrega de materiais".
O homem veio a ser considerado inimputável perigoso, por sofrer, à data dos factos, de anomalia psíquica.
O presidente da Associação dos Médicos de Saúde Pública pede uma significativa mobilização de meios, ou, em alternativa, "uma alteração naquilo que é a abordagem do problema".
"Talvez faça mais sentido deixar que as pessoas se imunizem naturalmente", defende Manuel Carmo Gomes, perante a elevada taxa de vacinação e a menor severidade da variante Ómicron.
“É muito difícil encontrar o justo equilíbrio entre tantas necessidades que concorrem umas com as outras”, sublinha Marta Temido.