Mais de metade dos ginecologistas e obstetras trabalha fora do SNS
Em Portugal, diz a OM, não há falta de ginecologistas e obstetras em número absoluto mas sim carência nos hospitais públicos, que não conseguem atrair os especialistas.
Em Portugal, diz a OM, não há falta de ginecologistas e obstetras em número absoluto mas sim carência nos hospitais públicos, que não conseguem atrair os especialistas.
Alto Alentejo fica sem resposta nos próximos dias. Grávidas deverão ser encaminhadas para o Hospital do Espírito Santo de Évora.
Na USF da Baixa, em Lisboa, 30% dos utentes são estrangeiros. Profissionais falam várias línguas mas chegam a recorrer ao Google Tradutor ou aos filhos dos utentes.
A Associação Portuguesa pelos Direitos da Mulher na Gravidez e no Parto lembra que a taxa de mortalidade materna tem vindo em crescendo nos últimos dez anos.
A situação causou problemas ao encaminhamento de grávidas na região de Lisboa e Vale do Tejo, numa altura em que vários hospitais se debatem com a falta de obstetras.
Limitações previstas para o próximo fim de semana vão obrigar o hospital a reencaminhar doentes urgentes para outros hospitais da rede.
Médicos concluíram o internato há três meses mas ainda aguardam a publicação do mapa de vagas. Ordem dos Médicos acusa Ministério da Saúde de "inércia".
Plano prevê um "funcionamento mais articulado, antecipado e organizado das urgências em rede". Marta Temido admite também incentivos remuneratórios para os médicos.
O Centro Hospitalar do Algarve garante que a resposta nesta área está garantida na Unidade Hospitalar de Faro.
Escalas na urgência de quarta, quinta e sexta-feira ainda não estão completas. Falta de médicos alastra-se a outros serviços.