Cuidar de Quem Envelhece: Uma Sessão para Repensar a Medicina Geral e Familiar
Médica de família com competência em Geriatria, ULS Algarve; Membro do Colégio da Competência de Geriatria da OM; Coordenadora do GESI-APMGF; Co-chair na EuGMS – ECGI (Early-Career Geriatricians Initiative)
Medicina Narrativa – Entre o tempo do relógio e o tempo da vida
Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade da Beira Interior – Covilhã; Medicina Geral e Familiar – Hospital Lusíadas Lisboa
Abordagem da violência familiar nos Cuidados de Saúde Primários
Especialista em Medicina Geral e Familiar; Secretária de Direção da APMGF; Membro do WONCA SIG Family Violence; Membro do Steering Committee da WONCA Europe Regional Equity Committee
Câmara de Mafra cria incentivos de 600 euros mensais para atrair médicos de família e de saúde pública
A medida de apoio a médicos de família enquadra-se nas competências municipais de apoio à administração central na área da saúde e pretende contribuir para melhorar o acesso da população a cuidados de saúde primários.
Doenças crónicas afetam 44,1% da população, com maior impacto em mulheres, idosos e menos escolarizados
Em termos regionais, a Região Autónoma da Madeira apresenta a maior prevalência (47,5%) de doenças crónicas, enquanto o Algarve regista o valor mais baixo (38,5%), sendo mesmo a única região abaixo dos 40%.
Ansiedade generalizada atinge 39,4% da população em 2025, com maior impacto em mulheres e desempregados
A análise por idade indica uma maior prevalência de ansiedade entre a população idosa, com valores superiores aos registados nos mais jovens, tanto no indicador global como nas situações mais graves.
Projeto “Contraceção + Perto” conquista Prémio Fratelli Tutti
Levar a contraceção de longa duração às mulheres em zonas periféricas é o objetivo do projeto “Contraceção + Perto”, da ULS da Guarda, que venceu o Prémio Fratelli Tutti do Update em Medicina 2026. O projeto destaca-se pelo impacto direto na vida das utentes, mesmo sem financiamento dedicado.
“Gosto muito de MGF e da prática clínica, mas acredito que esta deva ter por base a melhor evidência científica”
Bruno Heleno foi eleito Médico de Família do Ano na Gala MGFamiliar. Em entrevista, fala sobre uma carreira em MGF, que conjuga prática clínica com ensino e investigação. Apesar do seu percurso, compreende que nem todos os clínicos tenham de seguir as mesmas pegadas. O seu maior desejo é que os médicos de família que queiram fazer investigação tenham tempo e recursos para pôr esse objetivo em prática.









