Greve dos enfermeiros com adesão de 63,6% nos hospitais do SNS
A greve dos enfermeiros regista hoje níveis de adesão nos hospitais do Serviço Nacional de Saúde de 63,6%, segundo o presidente do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP).
A greve dos enfermeiros regista hoje níveis de adesão nos hospitais do Serviço Nacional de Saúde de 63,6%, segundo o presidente do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP).
A remodelação governamental levada a cabo por António Costa resultou numa alteração total no Ministério da Saúde. Como o Saúde Online já tinha avançado ontem, Francisco Ramos é um dos escolhidos para ocupar a Secretaria de Estado. O outro nome hoje conhecido é o de Raquel Bessa de Melo.
Onze hospitais públicos vão ter um novo modelo de financiamento que passa por responsabilizar os gestores mediante o seu desempenho, enquanto outras unidades menos eficientes vão ser acompanhadas por peritos em gestão hospitalar.
Subida representa um aumento de 5% face a este ano. Contudo, orçamento do SNS sobe menos: 2,3% (201 milhões).
Em setembro, o Hospital Sousa Martins, da Unidade Local de Saúde (ULS) da Guarda, teve três pedidos de demissão de coordenadores de áreas de gestão integrada (blocos operatórios e da área cirúrgica).
"É preciso perceber que nós estamos a trabalhar, estamos com boa vontade, estamos de boa-fé, e que, infelizmente, o dia não tem 48 horas e, por vezes, as coisas não vão à velocidade que nós queremos", disse Adalberto Campos Fernandes.
O bastonário da Ordem dos Médicos apelou ontem à contratação urgente de mais cinco especialistas para o Serviço de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital de Braga, sublinhando que os que ali trabalham “quase não têm tempo para respirar”.
Há relatos de cirurgias oncológicas adiadas por dois meses em pelo menos um hospital da região de Lisboa e na região Centro. Bastonário diz que desconhece estes casos.
A greve de seis dias dos enfermeiros teve ontem, no segundo dia, uma média de 72% em todo o país, disse à agência Lusa o presidente do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP).
Estudo levado a cabo pela Federação Internacional de Diabetes (IDF) revela que, apesar da grande incidência, 1 em 4 pessoas com diabetes tipo 2 nunca discutiu ou não se lembra de ter discutido os fatores de risco das doenças cardiovasculares com um médico.