30 Mai, 2017

Novartis e Instituto do Cinema e do Audiovisual premeiam dois filmes na área da Esclerose Múltipla

A Novartis e o Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA) entregaram o Prémio Curtas Esclerose Múltipla 2017 numa cerimónia no Cinema São Jorge. A esta 4ª edição concorreram 22 candidaturas de curtas-metragens realizadas por amadores e estudantes, entre os 18 e os 35 anos

O projeto tem como objetivo sensibilizar a população para a esclerose múltipla (EM), unindo a arte e a saúde, através de trabalhos que espelhem a realidade da doença. A comissão organizadora do Prémio distinguiu duas curta-metragens, uma na categoria ‘Escolha do Júri’ e outra na categoria ‘Escolha do Público’, com prémios de 2.000€ e 1.500€ respetivamente.

O júri desta edição foi composto por Mário Gabriel Bonito, representante do ICA; Cristina Campos, Diretora Geral da Novartis; Gonçalo Galvão Teles, realizador português; Teresa Tavares, atriz portuguesa; Joaquim Pinheiro, médico neurologista; e representantes das três Associações de Doentes com Esclerose Múltipla: (Associação Nacional de Esclerose Múltipla) ANEM, Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla (SPEM) e Associação Todos Com Esclerose Múltipla (TEM). Os critérios de avaliação passam por analisar se os filmes promovem um conhecimento sobre a doença e o seu impacto nas esferas pessoal e social, bem como a capacidade de sensibilizar a opinião pública, chamando a atenção para a esclerose múltipla.

A cerimónia de entrega do Prémio Curtas Esclerose Múltipla contou com a presença dos autores dos trabalhos a concurso, dos professores e das direções das escolas apoiantes, dos membros do júri, estando também aberta a qualquer pessoa que se interesse pela área do cinema e/ou pessoas que tenham sido afetadas pela doença.

Todas as informações sobre o Prémio e filmes estão disponíveis no site: http://www.premioemcurtas.pt

A EM afeta cerca de 5.000 portugueses. Em todo o mundo são mais de 2,3 milhões de pessoas com esta doença inflamatória crónica do sistema nervoso central que se manifesta em jovens adultos, entre os 20 e os 40 anos de idade, e que interfere com a capacidade do doente em controlar funções como a visão, a locomoção, e o equilíbrio.

As mulheres têm duas vezes mais probabilidades de desenvolver EM do que os homens .

A EM tem um impacto significativo na qualidade de vida dos doentes e das suas famílias. Mais de 90% das pessoas com EM queixam-se de fadiga, constituindo um dos sintomas com maior impacto na qualidade de vida e produtividade dos doentes.

Comunicado de Imprensa/SO/CS

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