USF Arco-Íris: Coesão da equipa e organização marcam a diferença

USF Arco-Íris: Coesão da equipa e organização marcam a diferença

No centro da Amadora, um edifício antigo ostenta uma velha placa onde ainda se lê: Centro de Saúde. Ao seu lado, uma nova placa complementa a informação, indicando que ali funciona a Unidade de Saúde Familiar (USF) Arco-Íris, inaugurada em outubro de 2009.

USF Gil Eanes: “Estamos no bom caminho!”

USF Gil Eanes: “Estamos no bom caminho!”

Tanto ao nível do novo processo de contratualização como da evolução da própria USF, atualmente à espera da passagem para Modelo B, o coordenador, José Manuel Cunha, mostra-se otimista. De tal maneira que, volvidos mais de seis anos após a abertura da unidade de saúde familiar, afirma que “se fosse hoje, faria exatamente a mesma coisa!”

USF Santiago de Leiria: Uma década depois…. Espírito de equipa mantém-se

USF Santiago de Leiria: Uma década depois…. Espírito de equipa mantém-se

A USF Santiago, de Marrazes, Leiria, comemorou no passado dia 1 em março, uma década de atividade, ao longo da qual a vontade de responder de uma forma mais eficaz aos utentes, através de uma organização inovadora dos cuidados, propiciada pelo – então novo – modelo de organização dos cuidados de saúde primários, introduzido pela reforma deste nível de cuidados iniciada em 2005, sempre norteou o trabalho da equipa.

USF Santa Joana: Novo modelo de contratualização é encarado com otimismo

USF Santa Joana: Novo modelo de contratualização é encarado com otimismo

O anterior modelo de contratualização “estava esgotado” diz José Carlos Marinho, coordenador da USF Santa Joana, em Aveiro. “Vamos colaborar até aos limites da nossa capacidade nesta nova mudança”, garante o médico, tanto mais que o trajeto de “crescimento, consolidação, partilha, transparência e solidariedade nas USF é francamente positivo”

USF CSI Seixal: Valeu a pena!

USF CSI Seixal: Valeu a pena!

Dez anos após a inauguração da USF (Unidade de Saúde Familiar) CSI (Cuidados de Saúde Integrados) do Seixal, a coordenadora Teresa Rato garante que a experiência foi positiva e permitiu o crescimento de todos os membros da equipa. Contudo, também acusa algum cansaço com os atrasos na contratualização e a “ditadura” dos indicadores.