“Enquanto o SNS se mantiver como está, vamos continuar a assistir ao seu definhamento progressivo”

Armando Brito de Sá aposentou-se ao fim de 41 anos de Medicina, dos quais 37 em Medicina Geral e Familiar, mas não ficou parado. Reduziu o número de horas dedicadas à profissão, mas mantém-se como médico ativo no Serviço Nacional de Saúde. Tendo participado na reforma dos cuidados de saúde primários, admite que não é fácil ir embora. Em entrevista, alerta para a necessidade de se mudar o atual modelo de saúde, para não se correr o risco do colapso do SNS. E deixa algumas dicas aos mais jovens para que a MGF seja sinal de satisfação e não de burnout.

  • cuidados integrados

Perceção Errada ou Números Enganadores?

É cada vez mais frequente confrontarmo-nos com as contradições entre os números apresentados e a nossa perceção acerca da evolução das coisas. Com eleições à porta ou sem elas, quem está no poder agita o crescimento do valor da despesa e da produção em saúde, como prova acabada de que estamos melhor do que antes. Até ficamos desconfortáveis por nos sentirmos pior, com tantas evidências de sucesso! Estaremos a ficar velhos do Restelo?

2025-05-29T09:45:06+01:0029 Mai, 2025|Sapo|
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