Pessoas com afasia enfrentam “falta de apoio estruturado” do SNS
Estudo revela impacto psicossocial prolongado, falhas na continuidade da reabilitação e ausência de apoio psicológico às pessoas com afasia e às suas famílias.
Estudo revela impacto psicossocial prolongado, falhas na continuidade da reabilitação e ausência de apoio psicológico às pessoas com afasia e às suas famílias.
A equipa do Projeto Action integra investigadores de sete centros de investigação da UBI, que procuram “acelerar a inovação terapêutica em doenças neurológicas, endócrinas, infeciosas e oncológicas”.
O Centro de Prevenção e Funcionalidade assegura ainda serviços de fisioterapia, incluindo reabilitação musculoesquelética e exercício terapêutico, bem como telerreabilitação na área da reabilitação funcional respiratória.
Programa atribui cinco bolsas até 25 mil euros para projetos que promovam a participação dos doentes e a literacia em saúde.
Apesar do impacto financeiro, o relatório sobre o SNS sublinha que estes procedimentos cardíacos têm demonstrado elevada efetividade clínica, com redução da mortalidade e dos reinternamentos, justificando a sua integração nos programas nacionais.
A despesa do SNS com medicamentos cardiovasculares aumentou 41% entre 2015 e 2024, impulsionada pelo envelhecimento da população, maior prevalência de doença crónica e introdução de terapêuticas inovadoras, revela um relatório da DGS.