17 Mai, 2017

Melanoma: aprenda a identificar

O melanoma resulta da transformação maligna dos melanócitos/células névicas localizadas na pele (mais frequente), epitélio de revestimento das mucosas, nevos melanocíticos/congénitos, melanócitos em vísceras e no olho. Calcula-se que 30% dos melanomas surjam em lesão pigmentada prévia

Associação Portuguesa de Cancro Cutâneo 

Aprenda a identificar as características do melanoma:

Apesar de menos frequente, é o cancro de pele mais agressivo. Estima-se que ocorram em Portugal 1.000 novos casos de melanoma, por ano e que cerca de 1 em cada 50 pessoas poderá vir a ter um melanoma ao longo da vida. Surge a partir da transformação de um nevo atípico preexistente ou, mais frequentemente, como uma lesão -de novo-, muito escura ou nodular rósea.

É habitualmente de crescimento muito rápido e, se não tratado, metastiza à distância e leva à morte. Diagnosticado e tratado precocemente permite taxas de cura de mais de 95%, mas quando mais espesso e com atingimento ganglionar a probabilidade de sobrevida aos 5 anos é inferior a 50%.
A espessura microscópica do tumor é dos fatores de prognóstico mais importantes. Em geral, quanto mais cedo o diagnóstico menor a espessura microscópica e melhor o prognóstico.

O tratamento é cirúrgico com “guidelines” internacionais claras. Numa fase metastática surgiram novos fármacos com potencial de prolongar a vida em alguns doentes.

As pessoas de olhos e pele clara, sardentos, sensíveis ao sol, com dificuldade em bronzear, os que possuem múltiplos nevos atípicos ou com antecedentes pessoais ou familiares de melanoma, bem como aqueles com antecedentes de múltiplas queimaduras solares, sobretudo na infância, adolescência ou adulto jovem ou com história de exposição a solários têm maior risco de desenvolver um melanoma.

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