14 Dez, 2017

Luís Pisco é novo presidente da ARS Lisboa e Vale do Tejo

O ministro da Saúde informa que o até aqui vice-presidente da ARS LVT passa a exercer o cargo de presidente, deixado vago por Rosa Matos Zorrinho, que substituiu Manuel Delgado na secretaria de Estado da Saúde.

Luís Pisco é o novo presidente do conselho diretivo da Administração Regional de Lisboa e Vale do Tejo (ARS LVT), em substituição de Rosa Matos, a nova secretária de Estado da Saúde, anunciou a tutela.

Luís Pisco é licenciado em medicina, especialista em medicina familiar e em medicina do trabalho. Foi diretor do Instituto da Qualidade em Saúde e coordenador da missão para os cuidados de saúde primários.

A nível associativo, desempenhou intensa actividade em particular na Associação Portuguesa dos Médicos de Clínica Geral, onde desenvolveu diversas iniciativas de relevo para implantação e dignificação da carreira de Clínica Geral.

O novo Presidende do Conselho Diretivo da ARSLVT colaborou ainda, ativamente, na Direcção de Serviços de Promoção e Garantia da Qualidade da Direcção Geral de Saúde de Janeiro de 1995 a Setembro de 1997, tendo a seu cargo a coordenação Nacional de dois projectos na área da Qualidade nos Centros de Saúde.

Luís Pisco foi ainda colaborador e adjunto do subdirector Geral da Saúde para a área da Qualidade de Setembro de 1997 a Abril de 1999, tendo exercido funções de perito na área da Qualidade e de coordenação de Projectos nesta área a nível nacional.

Em 1999 foi nomeado Director do Instituto da Qualidade em Saúde, em Comissão de Serviço por um período de 3 anos.

A partir de junho de 2000, foi Representante do Ministério da Saúde no Conselho Nacional da Qualidade período em que integrou o Conselho de Coordenação do Programa Operacional da Saúde (Saúde XXI).

Como vice-presidente da ARS de Lisboa e Vale do Tejo é nomeada Laura Maria Figueiredo de Sousa Dâmaso da Silveira, que era assessora do conselho diretivo da mesma ARS.

Manuel Delgado pediu a demissão do cargo de secretário de Estado da Saúde na terça-feira, dias depois da emissão de uma reportagem pela TVI, na qual se refere que foi contratado entre 2013 e 2014 pela associação “Raríssimas”, com um vencimento de três mil euros por mês, tendo recebido um total de 63 mil euros. O secretário de Estado alegou, logo após a emissão da reportagem, que se tratou de uma “colaboração técnica” com a associação “Raríssimas” e que nunca participou em decisões de financiamento.

SO

Gedeon Richter

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