31 Jan, 2022

Atividade cirúrgica aumentou em 2021. Hospitais do Norte na liderança

Em comparação com o período pré-pandemia, em 2021 realizaram-se mais 79 mil cirurgias do que em 2019 no SNS.

Em 2021, ano em que a pandemia covid-19 teve o maior impacto nos hospitais, as unidades do Serviço Nacional de Saúde (SNS) ultrapassaram a produção cirúrgica de 2019. Neste período, os hospitais da região Norte realizaram mais cem mil cirurgias do que os de Lisboa e Vale do Tejo, revelam dados provisórios da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), analisados pelo Jornal de Notícias.

Desde janeiro a dezembro do ano passado, os hospitais do SNS realizaram 681 802 intervenções cirúrgicas: 589 111 programadas e 92 691 urgentes. Já em 2019, o número total de cirurgias foi 602 760, menos 79 042 das realizadas em 2021.

Da listagem de unidades hospitalares, organizada por regiões, surgem com destaque as diferenças entre a atividade das do Norte e das localizadas em Lisboa e Vale do Tejo, já que as da primeira região promoveram 306 102 intervenções e as da segunda 205 228.

Recorde-se que a pandemia, em especial nos meses de janeiro e fevereiro do ano passado, obrigou à suspensão de atividade cirúrgica programada em vários hospitais, com especial impacto nas unidades de Lisboa e Vale do Tejo.

Através de uma análise da performance de cada unidade face a hospitais comparáveis, no grupo dos maiores hospitais do país destacam-se o Centro Hospitalar e Universitário de S. João e o Centro Hospitalar e Universitário do Porto.

Também o Hospital de Braga e o Centro Hospitalar de Gaia/Espinho surgem em posições cimeiras, somado à atividade promovido pelo Centro Hospitalar Tâmega e Sousa e Centro Hospitalar Entre Douro e Vouga, que também ficaram no topo em termos de produção cirúrgica.

SO

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