Durante este ano, os profissionais, desde médicos, enfermeiros ou assistentes sociais, realizaram 2.987 deslocações, percorrendo um total de 40.816 quilómetros, uma média de 112 quilómetros por dia, para assistir 208 doentes internados em casa, refere o hospital em comunicado.

A unidade de saúde adianta que 80% dos doentes internados em casa classifica o serviço como muito bom e 15% como bom, já 96,7% dos cuidadores expressa satisfação elevada.

Inaugurada a 23 de março de 2018, esta unidade permite aos doentes internados neste regime uma “atenção redobrada, no conforto do ambiente familiar e em colaboração estreita” com os cuidados primários de saúde, salienta.

Sujeitos a uma triagem que envolve critérios clínicos, sociais e geográficos – a distância máxima não pode ultrapassar um tempo de deslocação superior a 30 minutos -, os doentes são assistidos por uma equipa que reúne profissionais de várias áreas que, além de médicos e enfermeiros, conta com nutricionista, farmacêutica e assistentes técnicos, sociais e operacionais, explica a unidade hospitalar.

O centro hospitalar reforça que o “sucesso” deste projeto é ainda visível na prevenção da doença e da sua reincidência e das infeções hospitalares, promovendo uma integração de cuidados de diferentes níveis.

“Simultaneamente permite uma maior disponibilização de vagas de internamento a doentes que não se enquadram nos critérios de admissão para hospitalização domiciliária”, frisa.

LUSA

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