“Destes atendimentos, 1159 foram para tratamentos e suturas, 244 foram devido a picadas de peixe-aranha e insetos, 394 para medições de pressão arterial, 111 para administrar injeções e 126 para realizar testes de Glicemia, tendo sido registados durante este período 33 encaminhamentos para outras unidades de saúde”, lê-se numa nota divulgada.

A ARS adianta ainda que cerca de 68% dos cidadãos atendidos não são residentes na Região do Algarve, sendo que 16% eram estrangeiros. Os Postos de Saúde de Praia com maior número de atendimentos neste período foram os de Armação de Pera, Ilha da Armona e Ilha da Culatra.

Na mesma nota é reforçado que o objetivo dos Postos de Saúde de Praia, que funcionam das 10h às 19h, é de “assegurar cuidados de saúde de enfermagem e dar resposta a situações clínicas que possam ser tratadas no local, funcionando também como ponto de esclarecimento e de triagem, e, em caso de necessidade, encaminhar o utente para uma unidade de saúde mais adequada”.

“Os recursos afetos aos Posto de Saúde de Praia são potenciados através da comunicação por via telefónica entre os enfermeiros dos Posto de Saúde de Praia e o Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) do INEM, permitindo uma integração adequada com o dispositivo de emergência pré-hospitalar”, conclui.

SO