Num ofício enviado a Constança Urbano de Sousa, a Federação Nacional dos Sindicatos de Polícia (FENPOL) refere que as baixas médicas na PSP, por acidente de trabalho ou doenças profissionais, estão a assumir “contornos preocupantes” devido aos “elevados índices de absentismo” e de “não serem produzidas em tempo decisões ao nível de autorizações para tratamento”.

Segundo a FENOPOL, que representa o Sindicato Unificado de Polícia e o Sindicato dos Oficiais de Polícia, esta demora nas decisões contribui para a “continuidade da situação de baixas médicas dos elementos policiais” e para o “agravamento das lesões”.

“Esta demora nas decisões relativamente a processos de sanidade de elementos policiais vítimas de acidentes de serviço e de trabalho, remessa de processos de acidentes em serviços para juntas de saúde e atualmente para a junta médica da Caixa Geral de Aposentações, é o culminar da inércia e ausência de responsabilidade pela direção nacional da PSP, relativamente à saúde dos seus profissionais”, refere o ofício.

Nesse sentido, a FENPOL solicita à ministra que “determine o apuramento de responsabilidade junto da cadeia hierárquica” da PSP, sugerindo que abra um procedimento idêntico ao desaparecimento das armas na Polícia de Segurança Pública.

LUSA/SO/SF

 

Gedeon Richter

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