24 Mai, 2021

Sessão online promove reflexão sobre a Insuficiência Cardíaca

A iniciativa pretende abordar o impacto da pandemia no diagnóstico e tratamento das doenças cardiovasculares.

No dia 25 de maio, a Associação de Apoio aos Doentes com Insuficiência Cardíaca (AADIC) promove uma sessão online com o tema “A Insuficiência Cardíaca em Maio de 21”, que procura criar uma reflexão sobre o estado atual do diagnóstico e tratamento da patologia ao fim de um ano de pandemia.

Tendo por base que as doenças cardiovasculares continuam a ser uma das principais causas de morte a nível mundial, o presidente da Associação promotora, Luís Filipe Pereira, ressalta que “no mês do coração faz todo o sentido que a AADIC promova um debate sobre as consequências da pandemia na saúde pública, nomeadamente na área da insuficiência cardíaca”.

“O cancelamento de consultas presenciais e de exames complementares de diagnóstico levou a que o seguimento e a monitorização de terapêutica médica fossem muito prejudicados com consequente aumento da morbilidade e mortalidade destes doentes”, salientou a moderadora da sessão e membro do conselho técnico científico da AADIC, Maria José Rebocho.

Uma vez que é necessário conhecer o estado atual do tratamento da patologia, o debate procura “aferir conclusões e possíveis soluções” no sentido de minimizar o impacto negativo que o controlo da pandemia trouxe. “Convidamos desde o profissional de saúde, ao doente e à população em geral a marcar a presença e a partilhar esta reflecção connosco”, reforçou o presidente da AADIC.

No âmbito da temática proposta, a iniciativa que decorre no dia 25 de maio, pelas 21h00, procurará abordar “Os dados da pandemia”, “Insuficiência Cardíaca na Pandemia” e “Saúde Pública e a covid-19”.

A sessão, moderada por Maria José Rebocho, conta com a participação da cardiologista e responsável clínica de Insuficiência Cardíaca do Hospital S. Francisco Xavier, Cândida Fonseca, do médico de saúde pública e epidemiologista, Ricardo Mexia, e do coordenador do gabinete de crise covid-19 da Ordem dos Médicos, Filipe Froes.

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