O Coração da Clínica
Assistente Graduado Sénior de MGF (Reformado); Mestre em Comunicação em Saúde pela Universidade Aberta; Doutorado em Clínica Geral pela Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Nova de Lisboa
Assistente Graduado Sénior de MGF (Reformado); Mestre em Comunicação em Saúde pela Universidade Aberta; Doutorado em Clínica Geral pela Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Nova de Lisboa
Reumatologista
Rui Costa, copresidente das jornadas, fala acerca do 2.º dia deste evento que, segundo refere, tem vindo a "superar expectativas". De acordo com o entrevistado, os temas das sessões foram pensados de forma a ir ao encontro das necessidades reais dos médicos de família, que poderão contar também com um jantar convívio.
Rodrigo Costa, médico de família e moderador da sessão Cirurgia Vascular de Consultório, faz referência à relevância desta temática. Segundo afirma, a Medicina Geral e familiar é o primeiro contacto do doente, sendo por isso importante que os médicos estejam familiarizados com os sinais de alarme, de forma a decidirem melhor as situações que devem acompanhar e as que devem referenciar para consulta hospitalar.
"Hematologia de Consultório" foi mais uma das sessões das Jornadas, onde se teve oportunidade de esclarecer dúvidas e atualizar conhecimentos. O hemograma é dos exames mais prescritos pelos médicos de família e há que saber quando referenciar para o hematologista. De acordo com a Ana Iva Santos, especialista em Medicina Geral e Familiar, ainda surgem algumas dúvidas na referenciação quando não se trata de mudanças muito significativas nos valores analíticos.
O balanço das Jornadas é muito positivo, segundo Manuel Viana, copresidente do evento. Em entrevista realça as salas sempre cheias e a participação constante nas mesas das várias temáticas. Dos temas abordados, destaca a Oncogeriatria, já que o idoso frágil deve ter o melhor acompanhamento.
Paulo Almeida, especialista em Medicina Interna e com competência em Geriatria, alerta para as especificidades clínicas dos mais idosos diagnosticados com cancro. Para o especialista é fundamental que sejam tratados em equipa multidisciplinar, na qual o médico de família tem um papel muito importante.