30 Set, 2021

Prevenir o Alzheimer: a importância de um cérebro saudável

O aumento da esperança média de vida e o impacto da adoção de comportamentos de risco podem justificar o aumento de casos de demência.

Face à previsão do aumento do número de casos de demência, sendo a doença de Alzheimer a mais comum, é fundamental apostar na prevenção, para minimizar o risco de desenvolvimento da patologia, e promover o diagnóstico precoce, com o propósito de retardar a manifestação dos seus sintomas e a sua evolução.

Assim, com o gradual aumento da esperança média de vida e o impacto que vários comportamentos podem ter na respetiva qualidade de vida, como a falta de exercício físico, diabetes, o consumo de álcool em excesso, tabagismo, hipertensão e obesidade, o risco de desenvolvimento de patologias neurológicas tende a ser maior, o que exige medidas que auxiliem na manutenção da saúde.

Segundo sugere a Zurich, através da sua plataforma Mundo Z, existem estratégias que podem prevenir ou até retardar o aparecimento de sintomas da doença de Alzheimer. Em primeiro lugar, é fundamental manter o cérebro ativo, através da adoção de hábitos de leitura ou escrita, da realização de jogos que estimulem as células cerebrais e da promoção de relações sociais, isto é, da manutenção dos contactos e das interações sociais.

Do mesmo modo, adotar hábitos de vida saudáveis é a estratégia que promete combater os fatores de risco associados ao desenvolvimento de demência. Manter boas rotinas de sono, fazer exercício físico e adotar uma alimentação equilibrada – com uma aposta em alimentos ricos em ácidos gordos ómega-3 e micronutrientes, bem como a aposta em leguminosas, frutas e frutos secos oleaginosos – podem ser medidas que promovem a manutenção da saúde das células cerebrais.

 

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