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O SNS está de luto!

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Presto homenagem à figura do Dr. António Arnaut e ao seu histórico papel na génese e criação do Serviço Nacional de Saúde (SNS), como a maior conquista e desenvolvimento social e político depois de 1974.
E é quase paradoxal ou dramático que, no ano da sua morte, o SNS pelas mãos da atual equipa ministerial da Saúde entre em coma induzido…
A incapacidade de gestão começa pelo completo falhanço de planeamento e de previsão.
Gerir o Ministério da Saúde é muito mais do que falar ou falar bem!
Vimos como as contas do impacto da redução dos horários de trabalho de 40 para 35 horas rebentaram e com elas rebentaram os serviços e funções assistenciais por toda a parte.
E se é verdade que este Ministério contratou tantos novos profissionais como anunciou à boca cheia, ainda menos se percebe o estouro!
É que se assim tivesse sido, pelo menos mesmo considerando as saídas por aposentação, o retorno às 35 horas teria sido apenas um retorno e a redução das cargas horárias teria sido absorvida e voltado ao ponto em que estava à data da Crise…
Mas passou a Crise e o seu pico, ultrapassamos o período de intervenção externa no controlo financeira de Portugal e o que foi opção do atual Governo de Portugal e do seu Ministério da Saúde?
Reposição de salários e de direitos, progressões nas carreiras, comissões e mais grupos de trabalho e nada em matérias como investimento na reabilitação ou construção de novos equipamentos onde fossem verdadeiramente necessários, nada em investimento para substituição de outros caducos ou ineficientes ou paralisados, nada em definição de novas regras para os concursos públicos que os abrissem à inovação e outras mais valias para o Estado e/ou os utentes do SNS…
E o clima de insatisfação dos profissionais não tem a ver só com as condições salariais. Conhece-se o exemplo dos pilotos de aviação civil, entre os profissionais mais bem pagos por todo o lado e que, nem por isso, abrandam ou abandonam com relativa frequência as suas reivindicações salariais…
Os profissionais do SNS têm essa insatisfação porque sofrem com a total perda de crença e de confiança nos seus dirigentes e no futuro dos seus serviços e que integram com total dedicação e sacrifício pessoal.
O número dos profissionais que exprimem, demonstram e assumem – em nome da defesa do SNS – a sua revolta e a sua tristeza, não para de crescer.
De facto, o SNS está mesmo de luto!
De luto porque é negro a cor que se utiliza nos júris académicos para escolher a bola com que se chumba um candidato e, aqui, o atual elenco ministerial da Saúde.
De luto porque o negro é a cor dominante nos espíritos e no coração de quem trabalha no SNS, hoje e nos tempos do futuro.
De luto porque a ideia de resistência à mudança e à demissão, como se vê também com o exemplo da Direção do Sporting Clube de Portugal, é já ridícula e trágica!
De luto enfim porque morreu António Arnaut e a perpetuação desta governação não o honra!

 

 

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