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O futuro da nossa saúde

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Novabase

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Que as tecnologias de informação mudam o mundo e a forma como vivemos já ninguém tem dúvidas. A questão é: como poderão continuar a revolucionar o nosso dia-a-dia e, em particular, indústrias tradicionais, como a saúde?

A tecnologia da informação em saúde é uma realidade que desponta com diversas vantagens para as organizações hospitalares, pela otimização do atendimento clínico e pelo controlo dos processos organizacionais, levantamentos de dados relevantes e integração de sistemas. Por essa razão, o setor da saúde tem suscitado o interesse dos investidores nos últimos anos, o que se comprova pelo número crescente de start-ups a atuar neste mercado e pelo facto de empresas como a Apple, Google ou IBM estarem a investir em projetos inovadores nesta área. Mas esta é mais do que uma mera tendência: é uma necessidade. E uma necessidade que é partilhada por Governos e organizações em todo o mundo.

Que país não estará interessado em reduzir a sua despesa no setor da saúde? Especialmente se se considerar o crescimento da população mundial e o aumento da esperança média de vida. Em Portugal, esta despesa representa 8,9% do PIB, o 7.º país com mais gastos em saúde na Europa.

Se olharmos para o exemplo dos EUA, e apesar de toda a instabilidade política, o investimento nesta área triplicou entre 2011 e 2016 – de 1.1 para 4.3 mil milhões de dólares – e, só no primeiro semestre de 2017, já se investiu quase tanto como no ano anterior.

Tecnologias de informação de saúde destinadas ao consumidor final, como a gestão de informação clínica, análise de informação médica associada a grandes volumes de informação (big data), terapia digital e equipamento de ginásio digital, são as categorias que têm atraído os investimentos mais avultados. Mas, afinal, de que modo podem estas tecnologias revolucionar a forma como a medicina é praticada hoje em dia? E, do ponto de vista do paciente, que melhorias pode ele esperar na sua saúde, através da aplicação das tecnologias de informação?

Da descoberta do raio-x ao diagnóstico genético, passando pela ressonância magnética e os padrões de comportamento, a influência e importância das tecnologias de informação nesta área são fulcrais. O médico, cuja presença física é cada vez mais reduzida, tem ao seu dispor ferramentas que ajudam no diagnóstico e na tomada da melhor decisão.

O caminho é este, investir em tecnologias de informação de saúde com grande potencial atrativo, que fomentem a revolução no nosso dia-a-dia. Categorias como os “wearables”, dispositivos que nos fornecem informação sobre os nossos biossinais, permitindo-nos perceber se estamos doentes mesmo sem nos apercebermos, entre outros, que possam contribuir positivamente para o melhor diagnóstico e tratamento.

A grande questão que se coloca agora é: até onde estes auxiliares de diagnóstico serão confiáveis? Enquanto noutras indústrias, como a banca, os algoritmos de análise de dados aplicados conseguem estabelecer modelos relacionais entre as suas variáveis, será que o mesmo se passa com o diagnóstico médico, por exemplo? Seremos nós, enquanto corpo humano altamente complexo, facilmente interpretados por esses mesmos algoritmos? Pela nossa genética e estilo de vida, como irá a tecnologia ultrapassar estas barreiras?

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