ENTREVISTA2020-11-19T16:29:10+00:00

ENTREVISTAS

Cancro do cérebro. “Por ser doença rara, há dificuldades no acesso a informação clara e fidedigna”

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O cancro do cérebro é uma patologia rara, mas com forte impacto na vida de doentes e cuidadores. Renato Daniel, presidente da Associação Portuguesa de Cancro no Cérebro (APCCEREBRO) alerta para a falta de informação, assim como para o acesso desigual ao diagnóstico e tratamento e as falhas no apoio à saúde mental e reabilitação física.

“Os Cuidados Paliativos não tratam o fim da vida. Tratam a vida como ela é”

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No Dia Mundial dos Cuidados Paliativos Pediátricos, a Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos (APCP) e várias sociedades médicas lançaram um manifesto que denuncia a situação desta área em Portugal. Em entrevista ao SaúdeOnline, Cândida Cancelinha, vice-presidente da APCP e especialista em Cuidados Paliativos Pediátricos no Hospital Pediátrico de Coimbra, explica os desafios enfrentados pelas equipas – tanto de Cuidados Paliativos Pediátricos como de adultos –, o impacto para as famílias e a urgência de garantir uma cobertura mais equitativa e eficaz. Para a médica, os Cuidados Paliativos não tratam o fim da vida, mas sim a vida em toda a sua duração, assegurando qualidade, dignidade e apoio personalizado aos doentes e suas famílias.

“Portugal deveria reconhecer a Geriatria como especialidade médica”

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O reconhecimento da Geriatria como especialidade em Portugal deveria ser um passo fundamental para que haja um maior reconhecimento das suas mais-valias. Quem o defende é Francisco Tarazona, presidente da Sociedade Espanhola de Geriatria e Gerontologia, que, em entrevista, aborda os diferentes modelos de cuidados geriátricos existentes em Espanha. O responsável participou na 8.ª Reunião do Núcleo de Estudos de Geriatria (NEGERMI) da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI), que decorreu nos dias 6 e 8 de outubro, em Espinho.

“A humanização dos cuidados tem de ser assumida como prioridade, com a excelência técnico-científica em paralelo com a excelência do humanismo”

A criação do Serviço de Humanização da ULS de Coimbra marca um compromisso em colocar a pessoa no centro dos cuidados de saúde. Dirigido pela cardiologista Sílvia Monteiro, o projeto aposta em três pilares: humanizar os cuidados ao doente, cuidar de quem cuida e transformar a cultura organizacional, promovendo uma saúde mais inclusiva e digna.

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