21 Fev, 2022

Centro Hospitalar Cova da Beira aumenta capacidade dos cuidados intensivos

Terminaram as obras de expansão e remodelação da UCI. Centro Hospitalar conta agora com três quartos de isolamento com pressão negativa,

O Centro Hospitalar Universitário Cova da Beira (CHUCB), com sede na Covilhã, anunciou que terminou as obras de expansão e remodelação da unidade de cuidados intensivos, que permitiram passar de seis para 15 camas disponíveis.

“O projeto, agora integralmente concluído, permitiu aumentar em mais do dobro a capacidade instalada pré-pandemia, passando assim de seis para 15 o número de camas disponíveis em Medicina Intensiva, que incluem três quartos de isolamento com pressão negativa, sendo que dois destes já se encontravam concluídos e em funcionamento desde outubro de 2020”, apontou o CHUCB, em nota de imprensa enviada à agência Lusa.

Aquela unidade hospitalar explicou que o projeto também abrangeu equipamento e que teve como principais objetivos reforçar a capacidade instalada, tornar os espaços mais funcionais e diversificar e melhorar a qualidade dos cuidados prestados na área da medicina intensiva.

O projeto foi apoiado em 610.468,38 euros pelo “Programa de Financiamento Centralizado para Reforço da Resposta de Medicina Intensiva no âmbito da pandemia de covid-19”, na componente de infraestruturas.

Este aumento da capacidade permitirá consolidar a resposta à pandemia de covid-19, bem como a um expectável aumento da procura de cuidados de saúde altamente diferenciados, por parte de doentes em estado crítico ou a carecer de sistemas avançados de suporte de vida.

O CHUCB referiu ainda que no pico da incidência de casos de internamento por covid-19 (janeiro de 2021) “já tinha efetuado um esforço considerável de afetação de camas e adaptação de espaços e equipas nesta área e inclusive tido em funcionamento três unidades de cuidados intensivos, recorrendo a espaços de outros serviços, de forma a dar uma resposta imediata à situação que, na altura, se vivia na região”.

“Porém, a resposta devidamente estruturada e integrada chega agora com a conclusão deste projeto, nas suas múltiplas vertentes de intervenção, reforçando assim a capacidade e qualidade da resposta hospitalar em termos de medicina intensiva e colocando esta unidade de saúde ao nível dos parceiros europeus, no que respeita a esta matéria”, acrescentou.

LUSA (Foto: Jornal Reconquista)

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