15 Fev, 2022

Cardiologia. “Aprendemos [com a pandemia] que as tecnologias, como a telemonitorização, são muito importantes”

O presidente da Sociedade Portuguesa de Cardiologia considera que a chave será saber selecionar quais os doentes que podem ser seguidos à distância.

O presidente da Sociedade Portuguesa de Cardiologia (SPC) sublinha que a pandemia trouxe oportunidades, como o estímulo na telemedicina e na telemonitorização, mas alerta que “nem todos os doentes podem ser acompanhados à distância”.

“Alguns centros nacionais já estavam a fazer [telemonitirização] em doentes cardiovasculares, mas a um nível muito baixo. Aprendemos agora, com este estímulo, que estas são tecnologias muito importantes, vão manter-se para o futuro, mas não são para todos os doentes”, afirmou Lino Gonçalves.

O especialista considera que a chave será saber selecionar quais os doentes que podem ser seguidos à distância: “Tem de haver seleção (…) porque também existe um segmento da população ainda não literada o suficiente e isso é um fator de assimetria”.

“Também há situações cardiovasculares que não podem ser seguidas a distância”, acrescentou, sublinhando que cabe “aos profissionais de saúde identificar quem pode ser seguido à distância e quem tem de recorrer às unidades hospitalares”. cardiologia

SO/LUSA

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