11 Ago, 2022

Viatura médica do Hospital da Feira realizou mais de 1.300 socorros de janeiro a julho

Miguel Paiva, presidente do Conselho de Administração, considera ter sido "decisiva para o socorro em caso de acidente ou doença súbita" numa região tão vasta.

A Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do Centro Hospitalar do Entre Douro e Vouga (CHEDV), sediada no Hospital de Santa Maria da Feira, realizou mais de 1.300 socorros entre janeiro e julho de 2022.

Esses dados foram hoje revelados à Lusa por fonte oficial desse equipamento do distrito de Aveiro, que, além do referido Hospital São Sebastião, também gere as unidades de São João da Madeira e Oliveira de Azeméis, sendo assim a estrutura de referência para um universo global na ordem dos 350.000 utentes.

Miguel Paiva, presidente do conselho de administração do CHEDV, diz que, de 01 de janeiro a 31 de julho, foram 1.310 os atendimentos que a VMER local e a respetiva equipa médica asseguraram, o que corresponde a “uma média de 187 ativações de socorro por mês”.

Para esse responsável, o serviço de transporte rápido de um médico e enfermeiro até ao local onde se encontra o doente é particularmente relevante no território em causa, porque, tratando-se de “uma área geográfica enorme, que vai desde o litoral até à Serra da Freita”, a viatura assegura uma intervenção pré-hospitalar “que é decisiva para o socorro em caso de acidente ou doença súbita”.

Colocada ao serviço do CHEDV em 2007 e integrando desde então o Serviço de Urgência Médico-Cirúrgico do Hospital São Sebastião, a VMER local está disponível 24 horas por dia para socorro não apenas nos concelhos da Feira, Oliveira de Azeméis e São João da Madeira, mas também nos de Arouca e Vale de Cambra, assim como em parte dos municípios de Castelo de Paiva e Ovar.

“Contribui diariamente para a capacidade de resposta do número de emergência nacional 112”, refere Miguel Paiva, acrescentado que o veículo apresentou nos primeiros sete meses de 2022 uma taxa de operacionalidade de 99,6% – sendo que os seus “escassos 0,4%” de incapacidade se deveram unicamente a avarias na viatura.

“De resto, a taxa de disponibilidade de equipa foi de 100%”, realça o administrador do CHEDV, notando que a tripulação habitual de uma VMER é constituída por “um médico com diferenciação em suporte avançado de vida e um enfermeiro”.

O desempenho conseguido nos primeiros sete meses de 2022 deve-se assim à “dedicação e profissionalismo da excelente equipa de médicos e enfermeiros” do CHEDV, que, estando “sempre disponíveis para o trabalho na VMER”, permitem uma “resposta imediata” da viatura quando essa está plenamente funcional.

“Não tenho dúvidas de que, com isso, temos contribuído para salvar muitas vidas “, conclui o mesmo responsável.

LUSA

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