19 Mai, 2020

Roche reforça investimento em ensaios clínicos. Há 60 a decorrer em Portugal

Companhia Suíça promove hoje Webinar sobre ensaios clínicos em tempos de Covid-19 e reflexão sobre o futuro

No âmbito do Dia Internacional do Ensaio Clínico a Roche anuncia um reforço no investimento para esta área, em Portugal. A companhia Suíça estima investir, em dois anos, cerca de 30 milhões de euros, em ensaios clínicos, valor superior ao de anos anteriores (cerca de 10 milhões por ano).

Com cerca de 60 ensaios clínicos a decorrer neste momento, que envolvem 25 hospitais e mais de 500 profissionais de saúde, a Roche promove o debate: ‘O que levamos para o futuro nos Ensaios Clínicos?’, tema do webinar que se realiza dia 19, terça-feira, às 17h30, com transmissão em direto no site da Roche.

Um evento virtual, que vai reunir investigadores e peritos num debate e partilha de experiências sobre a condução de ensaios clínicos em tempos de Covid-19 e as aprendizagens para o futuro. Questões sobre a adaptação em tempos de pandemia, as aprendizagens retiradas dessa adaptação e o “novo normal” nos ensaios clínicos serão alvo de debate, numa sessão pública que pretende ajudar a refletir sobre uma área tão importante do setor da saúde.

Nos últimos cinco anos, a Roche confirma que foram 25 as moléculas investigadas, em 15 áreas terapêuticas diversas, da oncologia à hemofilia, passando pelo Alzheimer ou Esclerose Múltipla, que envolveram cerca de 700 doentes. Ensaios clínicos que têm como objetivo central e primordial potenciar o aumento da qualidade e de tempo de vida dos doentes, como é disso exemplo o contributo das novas terapêuticas para o declínio nas taxas de mortalidade por cancro: desde o seu pico, em 1991, e até 2011, estas taxas caíram mais de 20% em várias regiões do mundo.

Mas os ensaios clínicos são também geradores de valor, permitindo poupanças ao próprio Serviço Nacional de Saúde (SNS): um investimento anual por parte da Roche de 15 milhões de euros em ensaios clínicos tem uma poupança, estimada para o SNS, de cerca de cinco milhões de euros. Um investimento que se traduz ainda no desenvolvimento científico dos profissionais de saúde, no estabelecimento de redes de investigação, nacionais e internacionais, na geração de evidência e de conhecimento científico na área terapêutica, com benefício também para futuros doentes, na retenção de talentos, redução da despesa pública, criação de emprego e atração de investimento.

COMUNICADO

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