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Promover o combate da obesidade infantil através da alimentação, passando pela cozinha?

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A 8 de novembro de cada ano celebra-se o Dia Europeu da Alimentação e Cozinha Saudáveis, criado pela Comissão Europeia, com o propósito de se promover bons hábitos alimentares e de atividade física, especialmente por parte das crianças.

Em Portugal, os últimos dados do COSI Portugal indicam que existe 29,6% de excesso de peso, de onde se extraem 12% de obesidade. Apesar de estes resultados revelarem uma tendência de decréscimo de cerca de 8% de excesso de peso de 2008 a 2019, não deixam de ser números preocupantes e que nos alertam para a importância de se continuar a investir em medidas que permitam acentuar este decréscimo. É inegável o papel que a alimentação saudável tem na prevenção da obesidade infantil, sendo fundamental promover um correto consumo de produtos hortícolas, fruta, cereais e derivados, leguminosas, e um consumo mais moderado de carnes, pescado e ovos e laticínios, sem esquecer um consumo abundante de água ao longo do dia. Por outro lado, o consumo de produtos ricos em açúcar, sal e gordura devem ser evitados. Basicamente remetemo-nos para as orientações da Roda da Alimentação Mediterrânica, o nosso atual guia alimentar português. As inspirações mediterrânicas que este guia nos traz, destaca o papel da convivialidade, das refeições em família ou entre amigos, e, no que concerne às crianças, a mesa poderá ser um dos pilares dos ensinamentos sobre alimentação saudável, onde o exemplo transmitido pelos pais assume uma importância fulcral, visto que o exemplo de consumo de alimentos mais equilibrados traduzir-se-á na mimetização desses comportamentos por parte das crianças. Contudo, iria mais além, e diria que boa parte destes ensinamentos se iniciam na cozinha. Aqui será um local de muitas decisões, quanto à preparação dos alimentos (que permite o seu conhecimento e respeito pelos mesmos), a escolha da confeção culinária, o incremento ou a redução do desperdício alimentar, entre outras. Neste contexto, chamar as crianças à cozinha será uma oportunidade de lhes transmitir um bom conhecimento dos alimentos e o gosto por manuseá-los e consumi-los, em simultâneo com a passagem de tradições e conhecimento de geração para geração. Atualmente, as crianças são, muitas vezes, deixadas fora do processo de confeção culinária, o pode induzir a um desconhecimento das técnicas e métodos culinários, podendo isso influenciar os seus hábitos alimentares. Alguns estudos revelam mesmo que as crianças e adolescentes que sabem cozinhar têm hábitos alimentares mais saudáveis.

Assim, as escolhas alimentares, bem como também aquilo que se transmite “na cozinha” e à mesa serão elementos fulcrais a considerar no combate ao excesso de peso infantil.

É importante destacar que a prevenção da obesidade infantil é uma responsabilidade partilhada entre as famílias e os diferentes agentes com capacidade para influenciar e sensibilizar para comportamentos e estilos de vida mais saudáveis, sendo possível destacar o papel preponderante da grande distribuição, que é responsável por grande parte dos alimentos que chegam às cozinhas da generalidade das famílias. Neste âmbito, a Associação Portuguesa de Nutrição, em conjunto com a Missão Continente, promove atualmente um conjunto de ações de combate a este desafio, nomeadamente o Donativo, iniciativa que apoia projetos no âmbito da obesidade infantil em Portugal, e que se encontra em fase de candidaturas a financiamento até final do mês de novembro.

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