Abordagem da Mulher (Peri)Menopausa: Desmistificar uma transição natural
Artigo de opinião de Helena Veloso, especialista em Ginecologia-Obstetrícia.
Artigo de opinião de Helena Veloso, especialista em Ginecologia-Obstetrícia.
Artigo de opinião de Mariana Vide Tavares, especialista em Ginecologia-Obstetrícia.
As ginecologistas Maria João Carvalho e Cristina Nogueira-Silva são as responsáveis pelo Congresso que tem como principal objetivo a criação de sinergias comuns e vias de comunicação privilegiadas entre Ginecologia e MGF. Em suma, pretende-se melhorar a saúde da mulher desde a menarca à menopausa.
Filomena Ferreira, de 69 anos, viveu com perda auditiva durante grande parte da sua vida. No entanto, afirma que quando decidiu procurar ajuda especializada, que a levou a utilizar um aparelho auditivo, sentiu um aumento na sua qualidade de vida.
Artigo de opinião de Joana Vaz, médica internista na ULSM e vice-presidente da AMIDI, sobre a solidão muitas vezes associada aos idosos.
O jogo “FActs!”, criado pela Fertility Europe, pretende consciencializar os jovens para questões de fertilidade, colocando à prova os seus conhecimentos. Em Portugal a coordenação deste projeto fica a cargo da Associação Portuguesa de Fertilidade (APFertilidade).
Artigo de opinião de Suzana Calretas, membro do núcleo de Estudos das Doenças do Fígado da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI), a propósito do Dia Mundial do Fígado.
Artigo de Opinião de Arsénio Santos, presidente da Associação Portuguesa para o Estudo do Fígado (APEF), no âmbito do Dia Mundial do Fígado que se assinala a 19 de abril.
Artigo de opinião de Rui Carneiro, médico de Medicina Interna com competência em Medicina Paliativa e coordenador do Núcleo de Estudos em Bioética da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna.
O prurido ou comichão anal é uma sensação desagradável no orifício anal e na pele adjacente, que provoca o desejo intenso de coçar. É um sintoma que causa muito desconforto e constrangimento, tendo um impacto negativo na qualidade de vida. O prurido anal é frequente, podendo afetar cerca de 1-5% da população. É mais comum entre os 40-60 anos e no sexo masculino.