O Linfoma Cutâneo de Células T é um cancro raro, que se confunde com dermatoses comuns na fase inicial. O atraso no diagnóstico deve-se à raridade da doença, mas também à falta de estudos nacionais que permitam caracterizar de forma rigorosa a incidência e prevalência no contexto português, de acordo com Manuel Abecasis, hematologista e presidente da Associação Portuguesa Contra a Leucemia.
Duarte Barral, da NOVA Medical School, liderou um grupo de investigadores que descobriu recentemente um novo compartimento nas células da pele: melanoquerassoma.