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Como o SNS Definha…

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Pode ler-se no meu mais recente dicionário de língua portuguesa (Texto Editores):
– “Definhar (de de + Lat. fine, fim) … 1 emagrecer. 2 extenuar. 3 ralar. 4 decair. 5 v. intr. Consumir-se.”
Não me parece que para o Serviço Nacional de Saúde se encontre uma melhor definição do que esta – emagrecido, extenuado, ralado, decaído, consumido!
E mais forte tenho esta convicção quanto mais ouço os políticos e decisores actuais a falarem do serviço público de saúde…
Sempre apreciei os verdadeiros feirantes que percorriam o país, de norte a sul, expondo e anunciando os seus produtos vendidos não a mil, nem a quinhentos, mas a cem e que na compra de dois exemplares, os despachavam por cinquenta.
Vendiam!
Claro que os tempos mudaram e apesar de alguns desses feirantes ainda estarem, felizmente, em actividade, surgiram outros vendedores, bem compostos e ancorados em partidos políticos e outras plataformas ditas sociais mas inversamente menos honestos do que os de outrora, sempre a apregoarem demagogias.
É o que me fazem lembrar muitos dos que apregoam a defesa do SNS estribada apenas em reivindicações de mais funcionários e de mais profissionais, de mais progressões, de mais remunerações – de mais do mesmo – um vazio sem estratégia e sem investimento! Como se o que pudesse sustentar o próprio SNS não fosse a qualidade última do serviço dispensado aos cidadãos e aos doentes ou como se apenas um discurso oco e sem norte e o bem-estar dos prestadores (que também passa e muito pela identificação com o rumo do seu trabalho) pudessem elevar, por si só, o nível de qualidade dos cuidados assegurados.
Há muitas dimensões e vertentes de análise que podem demonstrar o contrário e de como o SNS, continuando a precisar que nos vistamos de preto e nos sintamos negros por dentro – e não só à sexta-feira, mas permanentemente, necessita de oxigénio e de reformas!
Os concursos para admissão de trabalhadores que são sempre morosos e indecifráveis, demorando a processar durante tempos sem fim, ou o despendido em procedimentos de mobilidades regionais ou inter-serviços estatais!
Os concursos públicos de aquisição de bens e equipamentos por exemplo.
O principal, diria o único critério para adjudicação é o do preço mais baixo. O que se aplica transversalmente.
Porém estes concursos não avaliam as diferenças e /ou as vantagens tecnológicas ou formativas associadas, não contemplam os resultados e experiências de fornecimentos anteriores, não analisam o cumprimento anterior de requisitos e não ponderam períodos de garantia ou de condições de assistência ou manutenção, não afiançando enfim a defesa última dos interesses do Estado, nem da inovação e desenvolvimento junto dos cidadãos.
E assim os parcos recursos do SNS lá se vão emagrecendo, extenuando, ralando, decaindo, consumindo!
Como o SNS definha!

 

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