5 Mai, 2020

Primeiro trimestre com mais transplantes apesar de quebra em março

O número de transplantes de órgãos diminuiu nos meses de março e abril, mas o primeiro trimestre de 2020 foi melhor em relação ao ano anterior.

Segundo Maria Antónia Escoval, registou-se nos meses de março e abril uma quebra de 60% nas doações e de 68% nos transplantes, em relação ao período homologo de 2019.

No entanto, houve um aumento da atividade em janeiro e fevereiro e, por isso, o primeiro trimestre foi, no global, melhor em relação ao ano anterior, adiantou a presidente do Conselho Diretivo do IPST, presente na conferência de imprensa de atualização diária de informação sobre a pandemia da covid-19.

Maria Antónia Escoval afirmou ainda que, durante o período de pandemia, a atividade da transplantação decorreu apenas em situações de urgência e super-urgência, devido à necessidade de assegurar a disponibilidade de unidades de cuidados intensivos.

“Necessitamos de unidades de cuidados intensivos para a grande maioria destes dadores e também para a recuperação pós-cirurgia dos transplantados, e esta foi uma das razões, entre outras, pelas quais a transplantação ocorreu em situações de urgência e super-urgência”, explicou, assegurando que, ainda assim, não foram desperdiçadas oportunidades.

SO/LUSA

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