Europeus respiram ar com poluentes que já causaram mais de 400 mil mortes prematuras
O ar que se respira nas cidades europeias está poluído com substâncias perigosas que terão provocado centenas de milhares de mortes prematuras em 2016.
O ar que se respira nas cidades europeias está poluído com substâncias perigosas que terão provocado centenas de milhares de mortes prematuras em 2016.
Apenas seis das 28 Unidades de Acidente Vascular Cerebral (UAVC) do país têm equipas de reabilitação completas, revela um estudo, segundo o qual há unidades a funcionar “muito aquém” do desejável.
A propósito do Dia Mundial do AVC, assinalado a 29 de outubro, falámos com a internista Luísa Fonseca, Coordenadora Unidade AVC Centro Hospitalar S. João e do Núcleo de Estudos da Doença Vascular Cerebral da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI), sobre um problema que é a principal causa de morte e incapacidade em Portugal.
Três doentes fizeram jejum em dias alternados ou três vezes por semana durante um período que variou entre os sete e os onze meses. Todos reduziram as leituras de glicemia e, ao fim de um mês, já nenhum tomava insulina.
Um novo projeto de investigação pretende adaptar a tecnologia biofeedback ao tratamento de doentes de longa duração com sequelas funcionais de AVC, em ambiente domiciliar.
Portugal é o país da União Europeia com a maior percentagem de população a confiar nas vacinas, considerando-as seguras, efetivas e importantes para as crianças.
A Cooperativa dos Proprietários de Farmácia (Cooprofar) vai promover, em 1.200 farmácias de todo o país, uma campanha de sensibilização para as doenças cardiovasculares.
No âmbito do Dia Mundial da Psoríase, a PSO Portugal - Associação Portuguesa de Psoríase promove um evento onde serão apresentados dois estudos sobre esta patologia dermatológica.
O Núcleo de Estudos de Diabetes Mellitus (NEDM) da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI) vai realizar nos dias 26 e 27 de outubro, no Centro Nacional de Exposições e Mercados Agrícolas de Santarém, a 13ª edição da sua Reunião Anual.
Uma equipa da Universidade do Minho descobriu que os movimentos dos olhos podem "revelar alterações cognitivas em pessoas com esclerose múltipla".