6 Jan, 2021

Ministra manda hospitais de Lisboa suspender toda a atividade não urgente

Marta Temido quer garantir a alocação de meios humanos à área dos doentes críticos e ordenou aos hospitais de Lisboa que elevem o nível de contingência.

À semelhança do que tinha acontecido em março, na primeira vaga, e em novembro, os hospitais da região de Lisboa e Vale do Tejo vão suspender toda a atividade programa não urgente por indicação da Ministra da Saúde. Deste modo, o SNS poderá reforçar os “cuidados aos doentes críticos”, ou seja, aos doentes internados em Unidades de Cuidados Intensivos.

Assim, os hospitais devem, “de imediato, escalar os seus planos de contingência para o nível máximo” (aumentando o número de camas disponíveis para doentes Covid) e “garantir a alocação de meios humanos à área dos cuidados críticos” (o que implica a desprogramação da atividade não urgente).

A medida foi comunicada ao final da manhã desta quarta-feira pela ministra da Saúde, num email enviado ao presidente da Administração de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT), Luís Pisco, a que o jornal Expresso teve acesso.

A decisão surge na sequência da reunião realizada entre a ARSLVT e a Comissão de Acompanhamento da Resposta Nacional em Medicina Intensiva para a Covid-19, que coordena as transferências entre hospitais, realizado esta terça-feira e que tinha sido agendada por causa do aumento da pressão registada na ocupação de camas em enfermaria e cuidados intensivos de vários hospitais nos últimos dias.

TC/SO

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