23 Jun, 2020

Hospital de Loures no limite, com taxa de ocupação de 100%

Os hospitais mais “pressionados” em Lisboa e Vale do Tejo são o Fernando Fonseca (Amadora), Beatriz Ângelo (Loures) e de Setúbal.

Os hospitais mais “pressionados” em Lisboa e Vale do Tejo são o Fernando Fonseca (Amadora), Beatriz Ângelo (Loures) e de Setúbal, com taxas de ocupação de 93%, 100% e 86%, respetivamente.

Na conferência de imprensa da Direção-Geral da Saúde sobre a covid-19, António Lacerda Sales adiantou ainda que os “menos pressionados” são os hospitais de Lisboa Ocidental, com uma ocupação de 57%, o do Médio Tejo, com 26% e o de Lisboa Norte, com um valor entre os 75 e os 80%.

Questionado sobre o número de jovens infetados com o novo coronavírus internados e sobre os internados em cuidados intensivos, o governante não soube especificar, adiantando que “os serviços de saúde em Lisboa e Vale do Tejo não estão sob grande pressão” e que as unidades de cuidados intensivos apresentam “uma taxa de ocupação de 59%”, ao passo que a taxa de ocupação nacional é de 63%.

“Em 218 camas estão livres 89”, adiantou Lacerda Sales. Quanto “ao conjunto de camas livres afeto à covid” na Área Metropolitana de Lisboa, Lacerda Sales disse que “está pouco abaixo dos 50%”.

Relativamente a números nacionais, o secretário de Estado da Saúde revelou ser de 63% a taxa de ocupação em cuidados intensivos. Das 531 camas “disponíveis” em cuidados intensivos, estão vagas 199, observou.

Quanto à “taxa de ocupação” nacional ligada à covid é de 21%.

SO/LUSA

 

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