Doença de Parkinson: “Não existe um ritmo de vida perfeito” [vídeo]

A BIAL lançou um vídeo que mostra o dia-a-dia de doentes com Parkinson, recordando a importância de respeitar o ritmo de vida destas pessoas.

A BIAL convidou Pamela Quinn, galardoada Coach do Movimento Parkinson e coreógrafa, para a criação de um vídeo para assinalar o Dia Mundial da Doença de Parkinson, celebrado a 11 de abril.

Com o objetivo de recordar que as pessoas com Doença de Parkinson (DP) podem ter um ritmo mais lento a realizarem as suas tarefas, o vídeo mostra atuações coreografas que decorrem em três diferentes cenários: num mercado, num autocarro e numa passadeira de peões, em que bailarinos e pessoas com Parkinson dançam ao seu próprio ritmo. Em simultâneo, vão metaforicamente desempenhando tarefas do dia-a-dia nesses cenários.

O vídeo termina com uma declaração: “Não existe um ritmo de vida perfeito”, encorajando a tolerância e a saber mais sobre a doença. Na segunda, e não menos importante, parte da campanha, um documentário de todo o projeto, em que Pamela Quinn e três pessoas com DP relatam a sua experiência pessoal, bem como a sua colaboração no projeto, com o objetivo de vir a inspirar outras pessoas.

Rui Sobral, Diretor do Departamento Global da Doença Parkinson da BIAL, explica a importância do projeto: “Parkinson é uma doença que retira muito às pessoas, mas quanto mais trabalhamos com elas, mais encontramos pessoas como a Pamela Quinn, que traz consigo esta energia incrível e que realmente nos ajudou a concretizar esta ideia. Vê-la trabalhar foi, por si só, inspirador e uma experiência incrivelmente humilde para nós poder tê-la a colaborar com a BIAL, para transmitir a ideia de que temos muito para aprender e para nos inspirar com as pessoas que têm Parkinson”.

A campanha será oficialmente lançada a nível mundial esta quarta-feira, 11 de abril – o Dia Mundial da Doença de Parkinson, e promovida nos websites e nas redes sociais da Associação Europeia da Doença de Parkinson (EPDA), BIAL, Fundação Michael J. Fox, Sociedade Internacional da Parkinson e Doenças do Movimento (MDS) e Academia Europeia de Neurologia.

COMUNICADO/SO

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