30 Mar, 2026

OMS Europa renova acreditação de laboratório do INSA para sarampo e rubéola

A OMS lançou, em 2005, o Programa de Eliminação do Sarampo e da Rubéola e de Prevenção da Rubéola Congénita na região europeia, estabelecendo inicialmente como meta o ano de 2010. Para alcançar esse objetivo, foi criada uma rede europeia de laboratórios acreditados como o INSA.

OMS Europa renova acreditação de laboratório do INSA para sarampo e rubéola

A OMS Europa renovou a acreditação do laboratório do Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge (INSA) como referência para o diagnóstico do sarampo e da rubéola. De acordo com o INSA, a renovação da acreditação do Laboratório Nacional de Referência de Doenças Evitáveis pela Vacinação (LNRDEV) certifica que são cumpridas as metodologias recomendadas pela OMS-Europa para o diagnóstico laboratorial destes vírus. Estas incluem técnicas serológicas, testes de RT-PCR e, no caso do sarampo, métodos de sequenciação.

Segundo a avaliação efetuada pela OMS para a região europeia, o LNRDEV “cumpre todos os requisitos objeto de análise”, tendo a acreditação — válida para 2026 — sido já comunicada às autoridades de saúde nacionais.

A avaliação dos laboratórios nacionais de referência é realizada regularmente pela OMS Europa, com o objetivo de verificar as condições de funcionamento destas infraestruturas e garantir a uniformização dos algoritmos de diagnóstico entre diferentes países.

O LNRDEV do INSA, acreditado desde 2007, tem como missão confirmar todos os casos prováveis de sarampo, rubéola e rubéola congénita no âmbito do Plano Nacional de Eliminação destas doenças. O diagnóstico envolve a deteção de anticorpos IgG e IgM, testes de avidez, identificação de RNA viral, isolamento do vírus e genotipagem.

A OMS lançou, em 2005, o Programa de Eliminação do Sarampo e da Rubéola e de Prevenção da Rubéola Congénita na região europeia, estabelecendo inicialmente como meta o ano de 2010. Para alcançar esse objetivo, foi criada uma rede europeia de laboratórios acreditados, responsável por assegurar o diagnóstico rigoroso e a correta classificação dos casos como confirmados ou excluídos.

SO/LUSA

Notícia relacionada

Sarampo regista transmissão comunitária na Europa e 21 casos em Portugal em 2025

ler mais

Partilhe nas redes sociais:

ler mais