ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Estudos associam popularização dos smartphones ao declínio das taxas de fertilidade
Dois estudos norte-americanos sugerem que a disseminação dos smartphones poderá estar relacionada com a redução das taxas de fertilidade observada em vários países. Os investigadores apontam para alterações nos comportamentos sociais e na frequência das relações sexuais como possíveis explicações.
Mais de 3.500 doentes continuam internados após alta clínica nos hospitais públicos
O número de pessoas que permanecem internadas nos hospitais públicos apesar de já terem alta clínica ultrapassou as 3.500 no final de maio. O diretor executivo do SNS admite que o problema não será resolvido a curto prazo, mas garante que estão a ser reforçadas as respostas disponíveis.
“Temos de pensar na fertilidade também como uma questão demográfica e social”
O adiamento da maternidade, a quebra da natalidade e consequentemente o aumento da infertilidade feminina, mas também masculina, estão a transformar a fertilidade num desafio que ultrapassa a esfera clínica. Em entrevista ao SaúdeOnline, Luís Ferreira Vicente, presidente da Sociedade Portuguesa de Medicina da Reprodução, defende uma estratégia nacional que envolva saúde, educação, trabalho e políticas sociais, alertando para o impacto demográfico e económico da atual crise de natalidade.
FAES FARMA organiza mais um podcast sobre gota ou artrite gotosa para alertar para doença crónica e sistémica
A FAES FARMA está a organizar podcasts para abordar a temática "A Gota e a Hiperuricemia na prática clínica". A iniciativa destina-se exclusivamente a profissionais de saúde e tem como objetivo alertar para a artrite gotosa que costuma ser tratada como doença aguda, apesar de ser crónica e sistémica.
Maioria dos portugueses quer Cuidados Paliativos como prioridade máxima no SNS
Mais de dois terços dos portugueses defendem que os Cuidados Paliativos devem ser uma prioridade máxima no Serviço Nacional de Saúde, enquanto quase 66% gostariam de morrer em casa. Os dados constam de um estudo da Universidade de Coimbra divulgado esta terça-feira.
Pandemia poderá ter deixado por diagnosticar mais de 55 mil casos de cancro em sete países
Mais de 55 mil casos de cancro que seriam expectáveis não foram diagnosticados durante os primeiros meses da pandemia de covid-19 em sete países de elevado rendimento. O estudo conclui que os confinamentos e as restrições sanitárias tiveram um forte impacto nos rastreios e diagnósticos.





