Ordem dos Médicos saúda nomeação de Adalberto Campos Fernandes para coordenar pacto para a Saúde
A Ordem dos Médicos considerou que a escolha de Adalberto Campos Fernandes para coordenar o Pacto Estratégico para a Saúde reforça a ambição de construir uma estratégia nacional de longo prazo para o setor. A instituição manifestou disponibilidade para colaborar ativamente no processo.

A Ordem dos Médicos (OM) congratulou-se com a escolha de Adalberto Campos Fernandes pelo Presidente da República para coordenar a construção do Pacto Estratégico para a Saúde.
Em comunicado, o bastonário Carlos Cortes considera que a nomeação “prestigia a Saúde” e reforça a ambição de construir uma estratégia nacional sólida, estável e orientada para o interesse público.
Para a Ordem, o pacto representa uma oportunidade de diálogo para encontrar respostas estruturais para o setor e deve traduzir-se numa abordagem de longo prazo para a Saúde.
A instituição defende que o país precisa de uma estratégia integrada, previsível e orientada para a equidade no acesso aos cuidados.
No mesmo comunicado, a Ordem recorda a iniciativa “Um Rumo para a Saúde”, lançada para promover ao longo deste ano uma reflexão aprofundada sobre o Serviço Nacional de Saúde.
Carlos Cortes acrescenta que a OM está disponível para colaborar de forma ativa e construtiva com o coordenador do pacto, contribuindo com conhecimento técnico, experiência profissional e compromisso ético.
“Vivemos um momento que exige responsabilidade, diálogo e capacidade de mobilização de todos os agentes do sistema de saúde”, sublinha.
A designação de Adalberto Campos Fernandes foi anunciada hoje pela Presidência da República, através de nota publicada no site oficial.
O Presidente da República escolheu o médico e antigo ministro da Saúde para coordenar a construção do pacto, uma das prioridades assumidas para o atual mandato presidencial num setor que tem considerado estratégico.
Na nota, o chefe de Estado afirma que “a capacidade e o percurso” de Adalberto Campos Fernandes, especialista em saúde pública e ministro da Saúde entre 2015 e 2018, constituem garantia de que estará à altura do desafio.
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