25 Fev, 2019

Apenas uma em cada 10 mil vacinas provoca reações adversas

Reações secundárias aumentaram em 2018, sendo que quase metade das situações reportadas são graves.

O número de reações adversas provocadas por vacinas em 2018 é muito reduzido. O ano passado, foram reportadas ao Infarmed 429 situações deste género, segundo avança o jornal Público. Um número muito reduzido, se tivermos em conta que, só em 2018, foram administradas mais de 3,5 milhões de vacinas só nos centros de saúde.

A quantidade de reações adversas reportadas tem-se mantido estável ao longo dos últimos anos mas até aumentou no ano passado. Em 2017 tinham sido registadas 278 reações adversas (122 graves). Já em 2018, o número de situações graves aumentou para 199, num total de 429, o que representa quase 50% do total de reações secundárias. Ainda assim, só 0,01% das vacinas administradas provocam alguma reação adversa (cerca de uma em cada dez mil).

Como não houve nenhuma situação que tivesse resultado na morte do paciente, na categoria das reações graves incluem-se situações que impliquem o internamento do doente ou o desenvolvimento de uma qualquer anomalia congénita. O número de comunicações de reações secundários aumenta nos meses de Outubro e Novembro, o período de excelência da vacinação anti-gripal.

Em Portugal, estão em comercialização, neste momento, 31 vacinas.

Tiago Caeiro

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