13 Abr, 2024

Estudo aborda impacto dos produtos farmacêuticos na qualidade de vida dos consumidores

O Produto do Ano, sistema de avaliação mundial que distingue produtos que se destacam pela inovação, realizou um estudo que mostra o impacto dos produtos farmacêuticos na qualidade de vida dos consumidores. Os resultados evidenciam que 92% dos interpelados afirmam ter confiança ou muita confiança nos produtos farmacêuticos atualmente disponíveis no mercado.

Estudo aborda impacto dos produtos farmacêuticos na qualidade de vida dos consumidores

Além do grau de satisfação, os inquiridos revelaram ainda a forma como estes artigos melhoram a sua qualidade de vida, sendo que 85% referiu o alívio de sintomas, 57% o controlo de condições de saúde, 42% a melhoria da função física ou mental e 21% o aumento da longevidade.

No momento da tomada de decisão referente à escolha dos produtos farmacêuticos, os consumidores tiverem em conta diversos critérios, sendo a “eficácia” o fator mais relevante, com 72% dos inquiridos a priorizar esse aspeto. A “segurança” foi a opção de 61% e o “preço” e a “recomendação” de um profissional de saúde foram também parâmetros escolhidos por 55% dos entrevistados. Por outro lado, 28% dos consumidores valorizam a “inovação” e a “marca”.

José Borralho, CEO do Produto do Ano Portugal, afirma que “é de extrema importância que a indústria continue a produzir e fazer chegar ao mercado produtos seguros e eficazes que atendam às necessidades dos consumidores”.

Relativamente aos produtos procurados pelos consumidores e mais especificamente no setor dos suplementos, 71% dos inquiridos valoriza os que promovam abordagens holísticas para o bem-estar. Além disso, os produtos de magnésio foram mencionados por 80% dos entrevistados, que destacam os seus benefícios para a saúde muscular e recuperação após o exercício.

O estudo realizado contou com uma amostra de 907 participantes, dos quais 367 eram do sexo feminino, 321 do sexo masculino e 2 não-binário. Em relação à faixa etária, 42% dos inquiridos tinha entre 35 a 44 anos, 25% entre os 26 e 34, 21% entre os 45 e 54, 7% acima de 55 e, por fim, 6% tinha uma idade compreendida entre 18 e 25 anos. Quando à distribuição geográfica, a maioria dos entrevistados reside na Grande Lisboa (37%), seguindo-se o Centro (21%), o Norte (17%), o Grande Porto (16%), o Algarve (4%), as Ilhas (2%) e o Alentejo (1%).

 

CG/COMUNICADO

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