“Espero que seja um momento importante no que diz respeito à formação contínua para alergologistas, bem como para outros médicos especialistas”, diz o presidente da SPAIC, o Prof. Dr. Manuel Branco Ferreira, em declarações ao SaúdeOnline.

De modo a garantir que quem não pode assistir a todo o evento, que decorre de quinta-feira até sábado, tenha acesso a todas as comunicações, a SPAIC vai disponibilizar todo o conteúdo em diferido. “Apesar de não termos o contacto social, que é tão importante, espero que possamos colmatar isso com a possibilidade de as pessoas assistirem em diferido a todo o conteúdo do congresso, algo que normalmente não é possível”, salienta o especialista.

Num evento realizado à distância, o presidente da SPAIC apela à interação com os oradores. “A minha expectativa é que as pessoas participem nas sessões, façam perguntas através do chat e tentem tornar o congresso o mais interativo possível”.

Programa

O programa da Reunião da SPAIC deste ano não sofreu muitas reduções, ao contrário dos programas de outras sociedades científicas. “Conseguimos manter os conteúdos que tínhamos previsto para a reunião presencial, encurtando a duração do congresso”, refere o Prof. Dr. Manuel Branco Ferreira.

Entre os conteúdos do programa, o presidente da SPAIC destaca os posters que serão apresentados sobre imunodeficiências primárias, anafilaxia, alergias respiratórias, alergias alimentares e alergias a fármacos.

De entre os simpósios, Branco Ferreira destaca os relacionados com asma, rinite, e o papel da alergologia molecular na imunoterapia. No último dia do encontro, sábado, decorrerá uma sessão conjunta entre a SPAIC e a Organização Mundial de Alergia sobre pandemia e alergia.

TC/SO

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