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Em entrevista, a internista e responsável pela consulta VIH do Hospital de Cascais sublinha que os doentes voltaram às consultas presenciais, “no geral, mais ansiosos, mais tristes, com maiores problemas de sono, para além de
mais sedentários e mais pesados”. Numa altura em que as síndromes depressivas e a doença psiquiátrica crescem à boleia da pandemia, a especialista alerta que a escolha da TARV “a utilizar deve ser criteriosa” nos doentes com VIH e depressão e doença psiquiátrica prévias.
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