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Ter a Saúde nas mãos

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Se há assunto em que seja possível encontrar facilmente concordância é o de que a Saúde é a coisa mais importante que temos. Porém, manter a Saúde nem sempre é fácil e mais tarde ou mais cedo todos acabamos por ter solavancos, sustos, por vezes situações realmente graves.

Tudo, rigorosamente tudo, o que temos no nosso corpo pode dar-nos preocupações, dores e maleitas várias, por isso desde sempre, uma das preocupações do Ser Humano foi a de conseguir manter de uma ou outra forma o seu estado de saúde.

Começaram nos tempos primitivos com rituais a pedir a invocação dos deuses, passou pelas curas através da água no Império Persa, raiz do nome da medicina, pela criação da medicina pré-científica na Grécia Antiga, da Medicina com base cientifica no Renascimento, até que progresso após progresso chegamos aos dias de hoje. Os avanços de facto foram imensos, mas basta chegar a qualquer Centro de Saúde, Hospital ou simples Farmácia para ver quanto há ainda a progredir.

Um dos conceitos mais modernos para promover a manutenção do estado de vida saudável é o “Cidadão Responsável em Saúde”, isto é, tomarmos os comportamentos corretos acerca da nossa Saúde e daqueles que temos a cargo: ter consciência de quais são os comportamentos de risco em que costumamos incorrer, escolher a alimentação correta, combater o sedentarismo e estar consciente de que somos fruto do nosso passado e de um processo natural de envelhecimento, ter uma história única – a nossa.

Essa consciência do Presente, independentemente do que fomos ou somos, dá-nos a capacidade de agir, tomar consciência, ser responsável e interveniente em cada ato da nossa vida. Passarmos do Ser passivo que cumpre o que lhe é dito pelos profissionais de Saúde para ser o Cidadão Responsável em Saúde, que procura informação, é responsável pelas escolhas que faz, contribui conscientemente para que possa ter muitos anos de vida e que o maior número possível deles sejam vividos com qualidade de vida e portanto com saúde.

Nessa linha de abordagem tem vindo a ser desenvolvido em Portugal no Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Católica, um projeto cientifico que transporta este pensamento do Cidadão informado para a área da Hepatite C, uma das doenças que mais depende das escolhas que fazemos e que afeta muitos milhares de portugueses, setenta e um milhões de pessoas no Mundo, tão importante é que a OMS propôs a sua eliminação até ao ano de 2030.

Chama-se LEHC, acrónimo da expressão inglesa Let’s End Hepatitis C – Vamos acabar com a Hepatite C, e consiste num Simulador de Politicas de Saúde Pública.

O projeto está a ser desenvolvido apenas com recursos nacionais, tanto científicos como de fornecedores, o que mostra bem a capacidade e progresso que a ciência em Portugal tem registado nas últimas duas décadas.

O nome exprime toda uma vontade e potencialidade. Até ao momento as doenças que se eliminaram no Mundo são tão poucas que os dedos de uma só mão são suficientes. Acrescentar mais uma doença a esta curta lista é por si só uma esperança para a Humanidade. A Hepatite C é das raras doenças que permitem sonhar que no espaço de uma geração será possível pensar na sua eliminação. Tudo dependerá das Políticas de Saúde Pública que se escolham e apliquem com eficácia.

Sobre um Modelo Epidemiológico de base matemática foi possível fazer correr um outro Modelo estatístico de Tomada de Decisão que avalia cada uma das 24 Políticas de Saúde Pública, que a nível internacional têm demonstrado ter capacidade de contribuir para a futura eliminação da Hepatite C. Essa simulação vai mais ainda mais longe e consegue estimar em cada uma dessas 24 Politicas o efeito provocado pelo seu grau de aplicação.

Processando complexos cálculos matemáticos é possível simular ano a ano qual a situação epidemiológica de Portugal, dada a escolha das Politicas que se faça e o seu grau de implementação. Poderá experimentar a sua solução para o problema da Hepatite C em http://letsendhepc.com a descarga da aplicação é gratuita. Ensaiando aquela que seja a sua solução poderá ver quantos transplantes de fígado serão necessários, quantas pessoas já foram tratadas, a que grupo de risco pertencem as pessoas que falta tratar e muitos outros indicadores naquilo que constitui um simulador de gestão das Políticas de Saúde Pública da Hepatite C. Simulando pode-se procurar a melhor solução, a mais rápida, a que melhor evita a propagação da doença, etc.

O site está em inglês dada a vocação internacional do projeto. Neste momento funciona totalmente para Portugal e parcialmente sobre outros cinco países, os quais se encontram em desenvolvimento: Espanha, Alemanha, Inglaterra, Bulgária e Roménia. Muitos outros países estão a pedir para entrar neste projeto português, pelo que é certo de que se chegará ao final de 2018 com mais de uma dezena de países incluídos neste simulador de Políticas de Saúde.

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