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Na opinião de João Goulão, diretor-geral do Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências (SICAD), esta tendência poderá ter a ver “com os tempos difíceis” que a Europa está a viver, com uma guerra em curso depois de uma pandemia, a par da crise económica, com consequentes impactos na saúde mental.
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