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Hipotiroidismo: uma doença real

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O hipotiroidismo acontece quando a glândula produz hormonas tiroideias em quantidade insuficiente para o normal funcionamento do nosso organismo. É uma doença real, que afeta a qualidade de vida das pessoas que com ela vivem!

Calcula-se que em Portugal mais de um milhão de pessoas sofra de algum tipo de doença da tiroide, embora grande parte esteja ainda por diagnosticar.

As mulheres são, geralmente, as mais afetadas e revelam uma probabilidade 10 vezes maior de ter uma tiroide hiperativa ou hipoativa. Pode acontecer em adolescentes e mulheres jovens, mas na maioria das vezes aparece entre os 40 e 60 anos de idade.

O hipotiroidismo nem sempre é muito fácil de diagnosticar, pois pode provocar problemas tão diversos e distintos como a depressão, o aumento de peso, a dificuldade em engravidar, a fadiga constante, frio e até a queda de cabelo.

Valorize esses sintomas! Não os ignore, pois podem ser um sinal de que a sua tiroide não está a funcionar corretamente.

Esta doença influencia a minha qualidade de sono?

Sim, as perturbações do sono são muito comuns quando se vive com esta patologia. Quando a glândula tiroide é pouco ativa, o nosso organismo diminui o seu ritmo, o que faz com se sinta cansado com mais facilidade. Por vezes, mesmo dormindo oito horas sente uma constante exaustão e não consegue impedir. Tente não ir para a cama nem demasiado cedo, nem demasiado tarde, para evitar insónias que, mais tarde, podem vir a ser crónicas.

Se tenho Hipotiroidismo, posso engravidar?

Felizmente, com a devida medicação e acompanhamento, ter hipotiroidismo não é impeditivo de ser mãe! A gravidez comporta várias alterações fisiológicas que, por sua vez, alteram a função da tiroide.

A Associação das Doenças da Tiroide (ADTI) alerta para os cuidados que devem ser redobrados. Sem tratamento ou com o tratamento inadequado, o hipotiroidismo pode ser associado a:

  • Anemia materna (baixa contagem de células sanguíneas);
  • Miopatia (dor muscular, fraqueza);
  • Insuficiência cardíaca congestiva;
  • Pré-eclâmpsia;
  • Anomalias placentárias;
  • Recém-nascidos de baixo peso;
  • Hemorragia pós-parto.

Deve sempre:

  • Ter sua dose de levotiroxina otimizada antes de engravidar;
  • Testar a sua função tiroideia assim que a gravidez for detetada;
  • Ter a dose ajustada pelo médico, de forma a manter um nível de TSH dentro de valores normais para a gravidez;
  • Fazer os testes da função tiroideia aproximadamente a cada 6-8 semanas durante a gravidez de forma a garantir uma função normal durante toda a gestação.
  • A mulher pode retornar à dose habitual de levotiroxina antes da gravidez, assim que o parto acontecer.

O diagnóstico precoce é essencial para controlar e tratar as disfunções da tiroide. Por isso, se desconfia que sofre de algum distúrbio da tiroide, não o ignore.

Fale com o seu médico ou farmacêutico e viva com mais qualidade de vida!

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