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Com comorbilidades ou sem elas, os princípios gerais da abordagem da hipertensão arterial são os mesmos, ou seja, “tentar simplificar as terapêuticas, tentar utilizar os fármacos que conferem maior proteção cardiovascular e, sobretudo, adaptar à situação da(s) comorbilidades(s)”, diz o cardiologista Luís Martins.
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