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“Aquilo que me entristece, enquanto bastonário, é que estes profissionais, uma vez estabelecidos no estrangeiro, muitos poderão não regressar, agravando a carência de enfermeiros nos próximos anos. A DE-SNS tem que assumir as suas responsabilidades e desbloquear este processo com urgência”, disse Luís Filipe Barreira, à Lusa.