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Segundo o relatório de atividade dos Centros de Orientação de Doentes Urgentes e Meios de Emergência Médica do INEM, aprovado pelo conselho diretivo no mês passado, a que a Lusa teve acesso, esta taxa de inoperacionalidade deve-se sobretudo à falta de Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar (TEPH).
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