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A hipertensão arterial pulmonar é uma doença rara, de difícil diagnóstico, mas o estudo HYPERION, de fase 3, demonstra como uma nova terapêutica poderá “mudar claramente o prognóstico”, como nos explica Mário Santos, cardiologista e chefe da Unidade de Hipertensão Pulmonar da ULS Santo António, no Porto.
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